Publicada em 16/01/2026, 13:44:48
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16/01/2026, 13:44:48
Semarh inicia o ano promovendo a reintrodução de 22 animais silvestres à natureza
A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semarh) realizou, nesta semana, a primeira soltura de animais silvestres de 2026, após reabilitação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas). A ação ocorreu em uma área de proteção ambiental no Norte do Estado e devolveu à natureza 22 animais, sendo a maioria aves. Um gesto que reconecta vidas interrompidas ao seu destino original: a liberdade.

Entre os animais soltos estão uma suindara, um gavião-carijó, um xexéu, um bigode-pardo, um azulão-verdadeiro, um azulão-de-curral (chupim), um trinca-ferro, dois papas-capim, dois galos-de-campina, três sabiás-laranjeira, cinco jabutis-piranga e dois veados-catingueiros.
A decisão pela soltura é técnica e criteriosa. A equipe do Cetas avalia a condição física, o comportamento asselvajado, a ocorrência e os hábitos alimentares de cada animal, assegurando que o retorno à natureza não represente risco à sobrevivência.
“Cada soltura é a conclusão de um trabalho cuidadoso, que envolve resgate, tratamento e responsabilidade ambiental. Devolver esses animais à natureza é reafirmar nosso compromisso com a preservação da vida silvestre”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Feliphe Araújo.
A decisão pela soltura é técnica e criteriosa. A equipe do Cetas avalia a condição física, o comportamento asselvajado, a ocorrência e os hábitos alimentares de cada animal, assegurando que o retorno à natureza não represente risco à sobrevivência.
“Cada soltura é a conclusão de um trabalho cuidadoso, que envolve resgate, tratamento e responsabilidade ambiental. Devolver esses animais à natureza é reafirmar nosso compromisso com a preservação da vida silvestre”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Feliphe Araújo.

A primeira soltura de animais silvestres de 2026.
Ano passado, o Cetas recebeu 386 animais vítimas de incêndios, tráfico ou maus-tratos. Desse total, 144 foram reintroduzidos na natureza, em oito ações de soltura. O tempo de reabilitação varia conforme a espécie, a idade e o histórico de cada animal, podendo ser curto, prolongado ou, em alguns casos, inviável.
“Todos os animais são marcados e o cuidado é individualizado. A soltura só acontece quando temos certeza de que o animal tem condições de sobreviver em liberdade”, explica a gerente de Fauna e Proteção Animal da Semarh, Danielle Melo.
Entre os casos mais marcantes de resgate em 2025 está o de uma onça-parda juvenil, encontrada no ano passado em uma área queimada, no município de Nazaré do Piauí. Ela está completamente debilitada e vulnerável. Ela continua em processo de reabilitação e até recebeu um nome: Nazaré. Seu nome foi escolhido após votação popular nas redes sociais.
“Todos os animais são marcados e o cuidado é individualizado. A soltura só acontece quando temos certeza de que o animal tem condições de sobreviver em liberdade”, explica a gerente de Fauna e Proteção Animal da Semarh, Danielle Melo.
Entre os casos mais marcantes de resgate em 2025 está o de uma onça-parda juvenil, encontrada no ano passado em uma área queimada, no município de Nazaré do Piauí. Ela está completamente debilitada e vulnerável. Ela continua em processo de reabilitação e até recebeu um nome: Nazaré. Seu nome foi escolhido após votação popular nas redes sociais.