Publicada em 06/02/2026, 14:44:54
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06/02/2026, 14:44:54
Segurança de barragens no Piauí avança com mais fiscalização e transparência, aponta relatório anual da Semarh
Mais do que um levantamento técnico, o relatório cumpre uma função essencial de transparência pública, permitindo que a sociedade acompanhe onde estão as barragens, quais oferecem maior risco e quais ações estão sendo adotadas pelo poder público. Atualmente, o Piauí possui 163 barragens cadastradas, distribuídas em 82 municípios e abrangendo 10 bacias hidrográficas, um patrimônio hídrico que exige vigilância constante.

O Piauí deu mais um passo importante na proteção da vida, do meio ambiente e da segurança hídrica ao divulgar o Relatório Anual de Segurança de Barragens (RASB 2025). Elaborado pela Diretoria de Recursos Hídricos da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), o documento apresenta um retrato detalhado da situação das barragens no estado e reforça o papel da fiscalização como ferramenta central de prevenção de riscos.
Mais do que um levantamento técnico, o relatório cumpre uma função essencial de transparência pública, permitindo que a sociedade acompanhe onde estão as barragens, quais oferecem maior risco e quais ações estão sendo adotadas pelo poder público. Atualmente, o Piauí possui 163 barragens cadastradas, distribuídas em 82 municípios e abrangendo 10 bacias hidrográficas, um patrimônio hídrico que exige vigilância constante.
Mais do que um levantamento técnico, o relatório cumpre uma função essencial de transparência pública, permitindo que a sociedade acompanhe onde estão as barragens, quais oferecem maior risco e quais ações estão sendo adotadas pelo poder público. Atualmente, o Piauí possui 163 barragens cadastradas, distribuídas em 82 municípios e abrangendo 10 bacias hidrográficas, um patrimônio hídrico que exige vigilância constante.

Segurança de barragens no Piauí avança com mais fiscalização e transparência, aponta relatório anual da Semarh
Embora a responsabilidade direta pela segurança das barragens seja dos empreendedores, sejam eles públicos ou privados, cabe à Semarh o papel de fiscalizar, orientar e cobrar o cumprimento da legislação. Todas as estruturas cadastradas passaram por avaliação de Dano Potencial Associado, e 33 barragens foram classificadas como de alto dano potencial, o que significa que, em caso de acidente, podem causar impactos severos à população e ao meio ambiente.
Em 2025, a fiscalização ganhou protagonismo. Foram realizadas inspeções em 42 barragens, priorizando aquelas consideradas mais críticas. As vistorias ocorreram em diferentes regiões do estado e buscaram identificar falhas estruturais, ausência de documentos obrigatórios e riscos que exigem medidas corretivas imediatas. “A fiscalização é uma ação preventiva. Cada inspeção representa a chance de evitar tragédias e proteger vidas”, destaca Felipe Gomes, diretor de Recursos Hídricos da Semarh.
Segundo ele, os principais desafios ainda envolvem a falta de documentação técnica, a dificuldade de identificar os responsáveis legais por algumas barragens e as limitações financeiras enfrentadas por empreendedores para a elaboração dos Planos de Segurança. “Mesmo com esses obstáculos, o Estado tem avançado no fortalecimento do controle e na cobrança de responsabilidades”, afirma Gomes.
Entre os avanços institucionais, o relatório destaca a publicação da Instrução Normativa nº 33/2025, que aprimora os critérios de acompanhamento das barragens, além do fortalecimento do Cadastro Estadual de Barragens, considerado fundamental para o planejamento das ações de fiscalização e gestão de riscos.
O RASB 2025 também evidencia investimentos em capacitação técnica, ações de comunicação e maior integração com a Defesa Civil, reforçando uma atuação preventiva e articulada. A mensagem final é clara: a segurança de barragens não é um tema distante nem técnico demais, é uma responsabilidade compartilhada, essencial para garantir água, preservar o meio ambiente e proteger comunidades inteiras no Piauí.
Em 2025, a fiscalização ganhou protagonismo. Foram realizadas inspeções em 42 barragens, priorizando aquelas consideradas mais críticas. As vistorias ocorreram em diferentes regiões do estado e buscaram identificar falhas estruturais, ausência de documentos obrigatórios e riscos que exigem medidas corretivas imediatas. “A fiscalização é uma ação preventiva. Cada inspeção representa a chance de evitar tragédias e proteger vidas”, destaca Felipe Gomes, diretor de Recursos Hídricos da Semarh.
Segundo ele, os principais desafios ainda envolvem a falta de documentação técnica, a dificuldade de identificar os responsáveis legais por algumas barragens e as limitações financeiras enfrentadas por empreendedores para a elaboração dos Planos de Segurança. “Mesmo com esses obstáculos, o Estado tem avançado no fortalecimento do controle e na cobrança de responsabilidades”, afirma Gomes.
Entre os avanços institucionais, o relatório destaca a publicação da Instrução Normativa nº 33/2025, que aprimora os critérios de acompanhamento das barragens, além do fortalecimento do Cadastro Estadual de Barragens, considerado fundamental para o planejamento das ações de fiscalização e gestão de riscos.
O RASB 2025 também evidencia investimentos em capacitação técnica, ações de comunicação e maior integração com a Defesa Civil, reforçando uma atuação preventiva e articulada. A mensagem final é clara: a segurança de barragens não é um tema distante nem técnico demais, é uma responsabilidade compartilhada, essencial para garantir água, preservar o meio ambiente e proteger comunidades inteiras no Piauí.
Confira o relatório completo aqui.