Publicada em 27/03/2026, 16:07:45
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27/03/2026, 16:07:45
Piauí avança no enfrentamento à seca, mas mantém estado de atenção hídrica
O mais recente boletim do Monitor de Secas, referente a fevereiro de 2026 e divulgado pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semarh), aponta um avanço significativo no cenário hídrico do estado: não há mais municípios classificados nas categorias de seca extrema ou excepcional. O resultado reflete o impacto positivo das chuvas registradas acima da média do mês de fevereiro, que contribuíram para a redução dos níveis mais críticos de estiagem.

Apesar do progresso, o estado ainda permanece integralmente sob algum grau de seca, o que mantém o quadro em nível de atenção. Atualmente, 58,9% do território piauiense apresenta condição de seca moderada, enquanto 49,1% está classificado como seca grave. Os dados evidenciam que, embora haja melhora na intensidade do fenômeno, seus efeitos ainda persistem.
De acordo com a diretora de Recursos Hídricos da Semarh, Joquebede Benvindo, o cenário exige atenção contínua. “A retirada das categorias mais severas mostra um avanço importante, resultado das chuvas e do monitoramento constante. No entanto, ainda temos um quadro de seca que demanda planejamento e gestão eficiente dos recursos hídricos para garantir segurança à população”, destacou.
Conforme os dados do monitor, a diminuição da seca grave foi mais expressiva na região sudeste, enquanto as áreas anteriormente classificadas como extrema foram rebaixadas para níveis menos severos. Esse processo de reclassificação indica uma evolução positiva, mas não representa a superação completa do problema.
Diante desse cenário, a Semarh reforça a importância da continuidade das ações de monitoramento, planejamento e gestão dos recursos hídricos. A convivência com as características do semiárido demanda estratégias estruturantes e políticas públicas voltadas à segurança hídrica, garantindo maior resiliência para as populações e atividades econômicas do estado.
De acordo com a diretora de Recursos Hídricos da Semarh, Joquebede Benvindo, o cenário exige atenção contínua. “A retirada das categorias mais severas mostra um avanço importante, resultado das chuvas e do monitoramento constante. No entanto, ainda temos um quadro de seca que demanda planejamento e gestão eficiente dos recursos hídricos para garantir segurança à população”, destacou.
Conforme os dados do monitor, a diminuição da seca grave foi mais expressiva na região sudeste, enquanto as áreas anteriormente classificadas como extrema foram rebaixadas para níveis menos severos. Esse processo de reclassificação indica uma evolução positiva, mas não representa a superação completa do problema.
Diante desse cenário, a Semarh reforça a importância da continuidade das ações de monitoramento, planejamento e gestão dos recursos hídricos. A convivência com as características do semiárido demanda estratégias estruturantes e políticas públicas voltadas à segurança hídrica, garantindo maior resiliência para as populações e atividades econômicas do estado.